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Faustino Teixeira. Foto: Divulgação

O real transfigurado

Por LUÍS HENRIQUE PELLANDA

Faustino Teixeira nasceu em Juiz de Fora (MG), em 1954. Graduou-se em Ciências das Religiões pela Universidade Federal de Juiz […]

Depois da Bienal do Vazio

Por AFFONSO ROMANO DE SANT'ANNA

Que lições tirar da “Bienal do Vazio”? O que tem um escritor a ver com isso? Começo pela segunda questão: […]

A esquerda num romance de Vargas Llosa

Por RINALDO DE FERNANDES

Vargas Llosa, com o anarquista e frenólogo escocês Galileu Gall, produz no romance A guerra do fim do mundo uma […]

Indagações

Por FERNANDO MONTEIRO

Respondo a algumas indagações de leitores em torno do texto que aqui publicamos (O primeiro monoteísmo da história), em seis […]

cortazar

O músico em Cortázar

Por CLAUDIA LAGE

Cortázar aspirava na literatura à liberdade criativa do jazz

junger

Falta algo

Por LUIZ HORÁCIO

Vamos começar pelo aspecto imutável: Ernst Jünger foi militarista, apoiou, e não sem querer, a ascensão do nazismo (participou das […]

Carlos Fuentes por Ramon Muniz

Novos territórios

Por MARIA CÉLIA MARTIRANI

O romance continua a roubar a cena, no palco das atenções dos estudos literários. Tanto é verdade que inúmeros intelectuais […]

Fabrício Corsaletti. Foto: Divulgação

Corpo inacabado no tempo inacabável

Por IGOR FAGUNDES

Debruçados no parapeito das janelas abertas pela morada poética de Fabrício Corsaletti, respondemos, sem hesitação, à paisagem avistada: “A poesia […]

Carola Saavedra. Foto: Divulgação

As formas de amor

Por VILMA COSTA

A necessidade deste livro se apóia na seguinte consideração: o discurso amoroso é hoje em dia de uma extrema solidão. […]

W. G. Sebald por Ramon Muniz

O jogo do mal-estar

Por FABIO SILVESTRE CARDOSO

Vertigem, obra recentemente lançada no Brasil, marcou a estréia de W. G. Sebald na ficção no início da década de […]

Amós Oz

O sentido no acaso

Por LÚCIA BETTENCOURT

Sempre acreditei que os livros encontram seus leitores. Coincidência, sincronicidade, destino, seja lá que nome se dê a isso, os […]

A ceia

Por NILTON RESENDE

Mordo o biscoito que levei vagaroso à boca, e ele quebrando-se é como ossos que se esmagam. Trituro-o e imagino […]