Perto dos livros

Rubem Fonseca, autor de Carne crua

Rubem Fonseca flagra um país pós-humano

Por MIGUEL SANCHES NETO

Aos 93 anos, autor revela uma vitalidade literária invejável, buscando compreender o tempo presente pela ficção

Hilda-Hilst2

Notas de um diário

Por MIGUEL SANCHES NETO

Não guardamos os pequenos episódios do dia, nem quando ao final de uma jornada tentamos fixá-los em nossos diários

Carlos Drummond de Andrade, autor de Uma forma de saudade

A máquina de sofrer

Por MIGUEL SANCHES NETO

Drummond enterra entes queridos. Não é mais literatura, é a vida

Clarice-Lipector

Sem medo das palavras

Por MIGUEL SANCHES NETO

O discurso sofisticado, sem concessões ao público, transformou Clarice Lispector em um ícone da escrita moderna

leitores

O outro enquanto literatura

Por MIGUEL SANCHES NETO

A literatura tipicamente brasileira passa por uma guinada sociológica

affonso-romano-de-santanna

Dentro e fora do tempo

Por MIGUEL SANCHES NETO

Affonso Romano de Sant’Anna chega a um estágio de sublimação do ser

Ilustração: Cristovão Tezza por Fábio Abreu.

Um grande romance do contemporâneo

Por MIGUEL SANCHES NETO

O filho eterno consagrava assim, tardiamente, toda uma trajetória, criando um novo desafio para o autor então com 55 anos: refundar a sua ficção

Ilustração: Fábio Abreu

A volta do contista

Por MIGUEL SANCHES NETO

Estreando na prosa com duas coletâneas bem recebidas criticamente, Histórias de remorsos e rancores (1998) e os sobreviventes (2000), Luiz Ruffato não seguiu na carreira de contista, embora esta seja a sua vocação primeira

Ilustração: Isadora Machado

Erotismo espiritualizado

Por MIGUEL SANCHES NETO

Valorizada como a primeira voz feminina a expressar-se eroticamente em verso, Gilka Machado gozou de uma fama inicial que beirava o escândalo

Ilustração: FP Rodrigues

Corpo incômodo

Por MIGUEL SANCHES NETO

Toda a poesia de Hilda Hilst trabalha com a passagem do ser para o não ser

Ilustração: Conde Baltazar.

O romance depois de Zuckerberg

Por MIGUEL SANCHES NETO

Em “Como se me fumasse”, Marcelo Mirisola constrói um romance-síntese