A literatura na poltrona

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A vertigem de Cortázar

Por JOSÉ CASTELLO

Contra a brutalidade do real, o escritor deve apostar no sonho e até no irreal

Ilustração: Taise Dourado

Viver para contar

Por JOSÉ CASTELLO

A leitura de “Moby Dick” me ensinou que as atmosferas mais sedutoras escondem, muitas vezes, “as garras mais cruéis”

Ilustração: Thiago Lucas

A solidão do ensaio

Por JOSÉ CASTELLO

O ensaio inclui, com satisfação, e sem qualquer repulsa, o erro

Ilustração: Glauber Shima

A casa da raiva

Por JOSÉ CASTELLO

Sinais apavorantes surgem de todos os lados, pois a paranoia é, antes de tudo, plástica

Ilustração: FP Rodrigues

Teoria do riso

Por JOSÉ CASTELLO

O riso e o humor são, em geral, tratados com desdém pelos intelectuais e assemelhados

Ilustração: Mariana Tavares

A terceira margem

Por JOSÉ CASTELLO

A experiência da ficção é bela, mas arruína uma série de noções elementares a que nos apegamos para sustentar a realidade

Ilustração: Aline Daka

O filósofo da passagem

Por JOSÉ CASTELLO

O que me interessa em Montaigne é justamente seu esforço para, contra toda a massa amorfa da cópia e da repetição, se afirmar na diferença

Ilustração: Bruno Schier

O segundo mundo

Por JOSÉ CASTELLO

Para Manoel de Barros, o nada era o próprio objeto da poesia

Ilustração: Carolina Vigna

A estratégia do vento

Por JOSÉ CASTELLO

Crônicas ajudam a pensar a concepção de Clarice Lispector sobre a literatura

Ilustração: Thiago Lucas

Gagueira e alegria

Por JOSÉ CASTELLO

Conhecido por seu canto forte e decidido, a ideia de um galo gago é cômica, mas também dolorosa

Ilustração: Igor Oliver.

A leitura do acaso

Por JOSÉ CASTELLO

O leitor pode perceber, desde logo, que muitas portas se abrem a partir dessa meia-dúzia de linhas

Ilustração: Aline Daka.

Mishima no Brasil

Por JOSÉ CASTELLO

Mishima se interessou — na verdade, se espantou — mais ainda com a língua portuguesa