A literatura na poltrona

Ilustração: Mariana Tavares

A terceira margem

Por JOSÉ CASTELLO

A experiência da ficção é bela, mas arruína uma série de noções elementares a que nos apegamos para sustentar a realidade

Ilustração: Aline Daka

O filósofo da passagem

Por JOSÉ CASTELLO

O que me interessa em Montaigne é justamente seu esforço para, contra toda a massa amorfa da cópia e da repetição, se afirmar na diferença

Ilustração: Bruno Schier

O segundo mundo

Por JOSÉ CASTELLO

Para Manoel de Barros, o nada era o próprio objeto da poesia

Ilustração: Carolina Vigna

A estratégia do vento

Por JOSÉ CASTELLO

Crônicas ajudam a pensar a concepção de Clarice Lispector sobre a literatura

Ilustração: Thiago Lucas

Gagueira e alegria

Por JOSÉ CASTELLO

Conhecido por seu canto forte e decidido, a ideia de um galo gago é cômica, mas também dolorosa

Ilustração: Igor Oliver.

A leitura do acaso

Por JOSÉ CASTELLO

O leitor pode perceber, desde logo, que muitas portas se abrem a partir dessa meia-dúzia de linhas

Ilustração: Aline Daka.

Mishima no Brasil

Por JOSÉ CASTELLO

Mishima se interessou — na verdade, se espantou — mais ainda com a língua portuguesa

Ilustração: Mello

A escrita da dança

Por JOSÉ CASTELLO

Encontro essa escrita em Epilepsia: Uma fábula, pequeno e maravilhoso livro de Samuel Kavalerski. Antes de tudo, é preciso dizer que Samuel é bailarino, coreógrafo e artista visual

Ilustração: Igor Oliver.

A advertência de Arkadi

Por JOSÉ CASTELLO

“O adolescente”, de Dostoievski, é um grande romance para os leitores que gostam de enfrentar desafios

Ilustração: Bruno Schier

A fuga para dentro

Por JOSÉ CASTELLO

Em cima da árvore, conto que o japonês Yasunami Kawabata escreveu em 1962. Um relato discreto, muito breve, mas afiado que, transformando a escrita em vida, me empurra de volta à minha própria infância

Ilustração: Conde Baltazar

A roda traiçoeira

Por JOSÉ CASTELLO

Conto aqui um caso pessoal que anda me atormentando. De uns tempos para cá, venho me sentindo como se fosse Felipe Montero

Ilustração: Isadora Machado

Mundo que se desmancha

Por JOSÉ CASTELLO

Ernesto Sabato é um pessimista, da mesma linhagem de E. M. Cioran