RODRIGO GURGEL

Péssimo precursor

Por RODRIGO GURGEL

“A bagaceira”, de José Américo de Almeida, não passa de um dramalhão destituído de fluidez

Lacuna prejudicial

Por RODRIGO GURGEL

Olhar irreverente de Alcântara Machado sugere uma vivaz percepção do ridículo

Bizantinismo

Por RODRIGO GURGEL

“A hora veloz”, de Adelino Magalhães, concentra erros e acertos de uma linguagem fracionária

Tralha linguística

Por RODRIGO GURGEL

“O estrangeiro” nasce de um desabafo de Plínio Salgado e é um amontoado de palavras vazias

Um caso de sucesso

Por RODRIGO GURGEL

Best-seller em sua época, “A marquesa de Santos” apresenta uma trama pequena e estrábica

Tediosa floresta

Por RODRIGO GURGEL

“A Amazônia misteriosa”, de Gastão Cruls, é um romance inverossímil e repleto de figuras despersonalizadas

Ódio ao português

Por RODRIGO GURGEL

Antônio Torres atacou Portugal sempre com um estilo despojado de rodeios e pleno de humor

Um percevejo

Por RODRIGO GURGEL

A grandiloqüência, o rebuscamento e o excesso na obra de Alberto Rangel desconhecem limites

museus-oliveiraviana02

Desejo de ficção

Por RODRIGO GURGEL

Publicado em 1925, “O ocaso do Império” é extremamente atual e se ajusta ao Brasil contemporâneo

Equívocos e retórica

Por RODRIGO GURGEL

  O início da década de 1920 necessita de um estudo aprofundado e livre das imposições teóricas marxistas, que se […]

Ilustração: Bruno Schier

O filho tardio de Alencar

Por RODRIGO GURGEL

No ensaio que dedica a Alcides Maia em Prosa dos pagos — 1941-1959, Augusto Meyer afirma, logo no primeiro parágrafo, […]

Amadeu Amaral por Fábio Abreu

Sobriedade e sutileza

Por RODRIGO GURGEL

Amadeu Amaral permanece indispensável à cultura brasileira graças a O dialeto caipira — estudo pioneiro sobre as características da linguagem […]