RAIMUNDO CARRERO

Ilustração: Carolina Vigna

O começo é o fim

Por RAIMUNDO CARRERO

Início e fim consistentes são fundamentais para o êxito da narrativa

Ilustração: Tereza Yamashita

Personagem — a metáfora em ação

Por RAIMUNDO CARRERO

O mundo de Kafka é feito de muitas metáforas e muitas imagens

Ilustração: Carolina Vigna

Múltiplos narradores

Por RAIMUNDO CARRERO

A técnica para o uso de vários narradores no romance

Henry Miller, autor da  trilogia A crucificação encarnada

A não-técnica é também uma opção técnica do narrdor

Por RAIMUNDO CARRERO

Quando o autor precisa renunciar a toda a técnica que conhece

Ilustração: Rafa Camargo

A montagem é o segredo da história

Por RAIMUNDO CARRERO

Depois do começo, o escritor iniciante encontra-se com um dilema: como desenvolver a história

Ilustração: Rafa Camargo

Monólogo em terceira pessoa

Por RAIMUNDO CARRERO

Por que um monólogo e um solilóquio parecem ser a mesma coisa?

Ilustração: Tereza Yamashita

O narrador onisciente não é mais aquele

Por RAIMUNDO CARRERO

O narrador onisciente sempre me fascinou muito

Ilustração: Bruno Schier

Ritmo narrativo ou tempo psicológico do leitor

Por RAIMUNDO CARRERO

O ritmo narrativo é uma técnica que sempre preocupa o ficcionista

Flaubert, autor de Madame Bovary

A muda fealdade de Charles

Por RAIMUNDO CARRERO

Flaubert recorre a técnicas muito sofisticadas para seduzir os leitores em “Madame Bovary”

Machado de Assis, autor de Dom Casmurro

A denúncia

Por RAIMUNDO CARRERO

Como Machado de Assis utiliza a dissimulação e a ambiguidade para seduzir o leitor

Kafka

A metamorfose: a história de uma metáfora

Por RAIMUNDO CARRERO

Raimundo Carrero discute a construção narrativa de A metamorfose, de Kakfa

Graciliano Ramos por Osvalter

A técnica do romance em Graciliano

Por RAIMUNDO CARRERO

Graciliano Ramos e as suas muitas experiências com a linguagem