RAIMUNDO CARRERO

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O erro narrativo de Tolstói

Por RAIMUNDO CARRERO

Para escrever é preciso verificar os efeitos internos da ficção de forma a seduzir o leitor

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O cordel na literatura brasileira

Por RAIMUNDO CARRERO

O folheto de cordel tem uma influência fundamental e definitiva na literatura erudita brasileira

Gilvan Lemos, autor do romance Noturno sem música

Assim nasce o tom da narrativa

Por RAIMUNDO CARRERO

Escrever um romance corresponde a compor uma partitura

Ilustração: Carolina Vigna

O começo é o fim

Por RAIMUNDO CARRERO

Início e fim consistentes são fundamentais para o êxito da narrativa

Ilustração: Tereza Yamashita

Personagem — a metáfora em ação

Por RAIMUNDO CARRERO

O mundo de Kafka é feito de muitas metáforas e muitas imagens

Ilustração: Carolina Vigna

Múltiplos narradores

Por RAIMUNDO CARRERO

A técnica para o uso de vários narradores no romance

Henry Miller, autor da  trilogia A crucificação encarnada

A não-técnica é também uma opção técnica do narrdor

Por RAIMUNDO CARRERO

Quando o autor precisa renunciar a toda a técnica que conhece

Ilustração: Rafa Camargo

A montagem é o segredo da história

Por RAIMUNDO CARRERO

Depois do começo, o escritor iniciante encontra-se com um dilema: como desenvolver a história

Ilustração: Rafa Camargo

Monólogo em terceira pessoa

Por RAIMUNDO CARRERO

Por que um monólogo e um solilóquio parecem ser a mesma coisa?

Ilustração: Tereza Yamashita

O narrador onisciente não é mais aquele

Por RAIMUNDO CARRERO

O narrador onisciente sempre me fascinou muito

Ilustração: Bruno Schier

Ritmo narrativo ou tempo psicológico do leitor

Por RAIMUNDO CARRERO

O ritmo narrativo é uma técnica que sempre preocupa o ficcionista

Flaubert, autor de Madame Bovary

A muda fealdade de Charles

Por RAIMUNDO CARRERO

Flaubert recorre a técnicas muito sofisticadas para seduzir os leitores em “Madame Bovary”