MIGUEL SANCHES NETO

Nicolas Behr, autor de O menino do mato que engoliu Brasília

A antigramática da infância

Por MIGUEL SANCHES NETO

“O menino do mato que engoliu Brasília” é um dos grandes livros brasileiros sobre a infância

Ignácio de Loyola Brandão, Foto: Carla Formanek

O Brasil que nos espera

Por MIGUEL SANCHES NETO

Romance de Ignácio de Loyola Brandão dá respostas tanto para o momento de descrença mundial quanto para a crise brasileira

John Williams

Augustus: diário de uma leitura lenta

Por MIGUEL SANCHES NETO

John Williams não escreveu nenhum livro inferior

Ilustração: Eduardo Souza

Saramago e seu antidiário

Por MIGUEL SANCHES NETO

Falta alma aos comentários. Falta tempo para desenvolver análises da experiência interior

Ilustração: Beatriz Cajé

Odiar Jorge Amado

Por MIGUEL SANCHES NETO

Joselia Aguiar faz um retrato de corpo inteiro do escritor que nos devolveu ao nosso idioma

Rubem Fonseca, autor de Carne crua

Rubem Fonseca flagra um país pós-humano

Por MIGUEL SANCHES NETO

Aos 93 anos, autor revela uma vitalidade literária invejável, buscando compreender o tempo presente pela ficção

Hilda-Hilst2

Notas de um diário

Por MIGUEL SANCHES NETO

Não guardamos os pequenos episódios do dia, nem quando ao final de uma jornada tentamos fixá-los em nossos diários

Carlos Drummond de Andrade, autor de Uma forma de saudade

A máquina de sofrer

Por MIGUEL SANCHES NETO

Drummond enterra entes queridos. Não é mais literatura, é a vida

Clarice-Lipector

Sem medo das palavras

Por MIGUEL SANCHES NETO

O discurso sofisticado, sem concessões ao público, transformou Clarice Lispector em um ícone da escrita moderna

leitores

O outro enquanto literatura

Por MIGUEL SANCHES NETO

A literatura tipicamente brasileira passa por uma guinada sociológica

affonso-romano-de-santanna

Dentro e fora do tempo

Por MIGUEL SANCHES NETO

Affonso Romano de Sant’Anna chega a um estágio de sublimação do ser

Ilustração: Cristovão Tezza por Fábio Abreu.

Um grande romance do contemporâneo

Por MIGUEL SANCHES NETO

O filho eterno consagrava assim, tardiamente, toda uma trajetória, criando um novo desafio para o autor então com 55 anos: refundar a sua ficção