LUIZ HORÁCIO

Herta Müller, autora de Depressões

Tédio colorido

Por LUIZ HORÁCIO

Não, inocente leitor, não tente entender as premiações literárias. Critério é palavra sem prestígio nesse território onde a política, o […]

NDIAYE

Subproduto de Kafka

Por LUIZ HORÁCIO

            Quando foi que começou? Dessa forma, Marie Ndiaye dá início ao longo e repetitivo […]

Labirinto lingüístico

Por LUIZ HORÁCIO

A protagonista de A ninfa inconstante não é Estela, não é Cuba, tampouco o narrador. A memória é a grande […]

Picaresco tardio

Por LUIZ HORÁCIO

Não admiro, tampouco invejo, aqueles que alardeiam não ter medo da morte. Não temer a morte é não ter medo […]

Rapsódia torta

Por LUIZ HORÁCIO

A presença marcante da primeira pessoa em alguns tipos de narrativas — autobiografia, confissões, diários, memórias — permite ao autor […]

Auto-investigação

Por LUIZ HORÁCIO

A presença marcante da primeira pessoa em alguns tipos de narrativas — autobiografias, confissões, diários e memórias — permite a […]

Besta sofredora

Por LUIZ HORÁCIO

O ministro da Cultura da França atendeu a um pedido da associação de filhos de judeus deportados e retirou o […]

Paula Parisot não está só

Por LUIZ HORÁCIO

Geralmente, ao concluirmos a leitura de um livro, nos perguntamos: foi bom? Quando cheguei ao final de As teorias selvagens, […]

Magnífico trabalho

Por LUIZ HORÁCIO

Fenomenologia da obra literária, de Maria Luiza Ramos, chega a sua quarta edição com uma mudança de orientação. Onde antes […]