LUIZ HORÁCIO

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Ilusão biográfica

Por LUIZ HORÁCIO

Biografia apresenta Simone de Beauvoir como uma grande mentirosa e Sartre como conivente com as mentiras

O bem vence o mal

Por LUIZ HORÁCIO

O que falta ao ser humano? Vir de fábrica com a tatuagem, em lugar bem visível, “aprecie com moderação”. Pouco […]

Obviedade freudiana

Por LUIZ HORÁCIO

Sonhos e imaginação literária. Essas duas substâncias podem ser admitidas no meio científico? Podem ser transformadas em matéria da ciência? […]

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Ossos expostos

Por LUIZ HORÁCIO

“Velhos esqueletos”, de William Kennedy, é narrado com secura e humor e traz personagens simplórios, malucos, depravados

Harold Bloom. Foto: Divulgação

Ninho de repetições

Por LUIZ HORÁCIO

“A anatomia da influência”, 456 páginas plenas de repetição e didatismos que conduzem o leitor a um exercício de extrema paciência

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Como (não) escrever um bom livro

Por LUIZ HORÁCIO

Já li e ouvi diversos professores/escritores no ato insano de ensinar a escrever romances. Falam de personagens, tempo, espaço, enredo […]

Marie NDiaye por Robson Vilalba

Exercício de adivinhação

Por LUIZ HORÁCIO

Desprovidas de unidade e sentido, narrativas de “Três mulheres fortes”, de Marie NDiaye, resultam em obra banal

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Erudição e pretensão

Por LUIZ HORÁCIO

Um livro de leitor. De leitor exigente — lado A. Um livro de professor. De mestre em radicalismos — lado […]

Ernst Junger, Paris, 1942 - Acervo Florence Henri_161

A intimidade do horror

Por LUIZ HORÁCIO

Considerado o “grande livro de guerra”, “Tempestades de aço” é um desfile raso de brutalidades

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O motivo da violência

Por LUIZ HORÁCIO

Resenha de “Literatura, violência e melancolia”, de Jaime Ginzburg

Marcelo Backes. Foto: Bel Pedrosa/Divulgação

Sutileza e angústia

Por LUIZ HORÁCIO

Resenha de “O último minuto”, de Marcelo Backes

Jorge Schwartz. Foto: Renato Parada/Divulgação

Escavar a modernidade

Por LUIZ HORÁCIO

Resenha de “Fervor das vanguardas”, de Jorge Schwartz