LUIZ HORÁCIO

Luciana Hidalgo, autora de Rio-Paris-Rio

Muitas vidas

Por LUIZ HORÁCIO

“Rio-Paris-Rio” narra com lirismo envolvente histórias de amor, política, lutas e sobrevivência em tempos sombrios

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A força da solidão

Por LUIZ HORÁCIO

Em “Muito além do corpo”, Luzilá Gonçalves Ferreira oferece uma literatura de grande subjetividade e sofisticação

Antoine Laurain, autor de A caderneta vermelha

Um ato de amor

Por LUIZ HORÁCIO

“A caderneta vermelha”, de Antoine Laurain, coloca a literatura no mesmo patamar da vida e dos prazeres

Author Salman Rushdie poses for a photograph after an interview with Reuters in central London, in this October 8, 2010, file photo. Rushdie's memoir of more than nine years in hiding after Iran's supreme leader issued a death sentence against him hits the shelves on September 18, 2012, ending the wait for his account of a furore that has echoes across the world today. REUTERS/Andrew Winning/Files (BRITAIN - Tags: ENTERTAINMENT HEADSHOT SOCIETY PROFILE) BOOKS-SALMANRUSHDIE-MEMOIR

O estranho mundo de Rushdie

Por LUIZ HORÁCIO

“Dois anos, oito meses e 28 noites” narra o embate entre ciência e religião em que a intolerância esboça um esgar vencedor

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O tempo no centro da ilha

Por LUIZ HORÁCIO

“Os mil outonos de Jacob de Zoet” é escrito com fluidez, poesia e refinado humor

Jean Cocteau, autor de A dificuldade de ser

A dor e o riso de ser

Por LUIZ HORÁCIO

Marcado pela leveza, “A dificuldade de ser” pode ser lido como o balanço da vida de Jean Cocteau

Ángel Rama, autor de A cidade das letras

O lugar dos intelectuais

Por LUIZ HORÁCIO

Ángel Rama discute como a escrita e a leitura se impõem no jogo de forças sociais nos países latino-americanos

Umberto Eco, autor de Número zero.

Sonolento e previsível

Por LUIZ HORÁCIO

Número zero, de Umberto Eco, é um romance repetitivo, cansativo e sem a mínima surpresa ao leitor

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De olhos bem abertos

Por LUIZ HORÁCIO

Conto de Haruki Murakami retrata a agonia de uma dona de casa que não consegue dormir

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No centro do verso

Por LUIZ HORÁCIO

Traduzir o poema, de Álvaro Faleiros, é imprescindível a quem se interessa pelos labirintos da tradução de poesia

Florencia Garramuño. Foto: Divulgação.

Pau de selfie

Por LUIZ HORÁCIO

Garramuño defende que, em certas obras contemporâneas brasileiras e latino- americanas, percebe-se uma certa indeterminação, uma dificuldade de definição dos limites entre as formas de expressão, suportes e discurso, por parte dos artistas.

Chimamanda Ngozi Adichie

Receita incompleta

Por LUIZ HORÁCIO

As famigeradas oficinas literárias sobrevivem às custas dos incautos. É lá que eles costumam, incansavelmente, procurar a receita para escrever […]