FERNANDO MONTEIRO

Ilustração: Bruno Schier

Sobre internet

Por FERNANDO MONTEIRO

(ou nunca-jamais terei um verborrágico blog, Caetano)

O primeiro monoteísmo da história (4)

Por FERNANDO MONTEIRO

A Nefertiti de Berlim se conserva na cidade que se orgulha de possuir a Gioconda do Nilo, rainha a anunciar […]

Mattinata

Por FERNANDO MONTEIRO

1. Primeiros sinais da manhã na madrugada ainda de mão fechada sobre a garganta das árvores. No escuro antes da […]

O primeiro monoteísmo da história (5)

Por FERNANDO MONTEIRO

Para melhor compreender — ou tentar compreender — o que aconteceu em Amarna, é preciso dar lugar, agora, aos outros […]

Ilustração: Theo Szczepanski

Samadhi (uma história e uma divagação)

Por FERNANDO MONTEIRO

No fim do mundo, um tiro certeiro a manchar o currículo de um homem bom

O primeiro monoteísmo da história (final)

Por FERNANDO MONTEIRO

A única fonte (direta) que possuímos sobre a nova “teologia amarniana” são as paredes do túmulo do alto funcionário Ay, […]

Indagações

Por FERNANDO MONTEIRO

Respondo a algumas indagações de leitores em torno do texto que aqui publicamos (O primeiro monoteísmo da história), em seis […]

Ilustração: Francisco Brennad

As asas da noite que surgem (final)

Por FERNANDO MONTEIRO

Posso vê-la, seguindo como uma ninfa confiante, na calçada cheia de luz

Ilustração: Ramon Muniz

A cabeça no fundo do entulho da leitura (1)

Por FERNANDO MONTEIRO

Há menos de trinta anos, a então boa cabeça do leitor brasileiro estava motivando matéria na revista Veja (12/08/1981). O […]

Ilustração: Tereza Yamashita

A cabeça no fundo do entulho da leitura (2)

Por FERNANDO MONTEIRO

A verdade é que houve — no eixo do hábito da leitura — um deslocamento, aconteceu uma “dislexia” mental, geral […]

A cabeça no fundo do entulho da leitura (final)

Por FERNANDO MONTEIRO

Ao entrar numa das mega-livrarias reluzentes de produtos da chamada “indústria cultural” — entre os quais se enfileiram os livros, […]

Yannis Ritsos

Os cem anos de Ritsos

Por FERNANDO MONTEIRO

No século 20, a literatura grega moderna esplendeu (é justo que o verbo seja não menos que este) principalmente através […]