FERNANDO MONTEIRO

O saque do museu do Iraque (1)

Por FERNANDO MONTEIRO

Dentro do museu-símbolo de Londres, pude sentir muito bem o tremor sutil que a grande manchete do Guardian — com […]

Ilustração: Goeldi

A casa de Zéfiro

Por FERNANDO MONTEIRO

“O que ele poderia responder sobre uma casa que havia se tornado uma espécie de ruína sob um lixão, numa rua degradada, cheia de mendigos, seringas e excrementos?”

A literatura de Zelda (final)

Por FERNANDO MONTEIRO

Prosseguindo: Zelda tinha um senso de delicadeza que só poderia produzir alguma forma de loucura, em menos ou mais tempo: […]

A literatura de Zelda (2)

Por FERNANDO MONTEIRO

É claro que você foi uma virgem desacreditada nas rodas de moças de braços ásperos e pernas perfumadas e roliças […]

A literatura de Zelda (1)

Por FERNANDO MONTEIRO

Toda a sua maneira suave — perigosamente suave — de recordar as coisas, olhá-las não apenas pelo vidro partido da […]

Uma vida em superstição

Por FERNANDO MONTEIRO

Na misantropia, o “eu” podia se tornar, sim, uma espécie de superstição. No seu caso, certo seria dizer que se […]

Uma vida em egoísmo

Por FERNANDO MONTEIRO

Agora, ele defrontava o vasto nada — no pequeno escritório. Às vezes, diante da secretária que não compreendia nada (e […]

América, América

Por FERNANDO MONTEIRO

Esse é o título de um romance e de um filme do cineasta Elia Kazan, turco de cultura grega que […]

Três poemas de Alberto Lins Caldas

Por FERNANDO MONTEIRO

Mais do que nunca necessária, a poesia (sempre a má consciência da literatura, ainda bem!) não vai mal neste momento […]

Mais ousado do que Verne

Por FERNANDO MONTEIRO

Quem já ouviu falar de um francês chamado Albert Robida? Pelo menos eu jamais tinha ouvido falar nele, até folhear […]

SATÚRNIA 1 8 2 1

Por FERNANDO MONTEIRO

ainda não posso ver claro   não, ainda não, na luz incerta que se infiltra por olhos inundados da sombra […]

O som e a fúria do absurdo

Por FERNANDO MONTEIRO

Em 1948, o francês de origem romena Eugène Ionesco consolidava um importante gênero teatral ao escrever a peça — de […]