CLAYTON DE SOUZA

Gustavo_Melo_Czekster_1_209

O rio de Heráclito

Por CLAYTON DE SOUZA

Em “Não há amanhã”, Gustavo Melo Czekster enfoca o problema básico da existência: seu sentido

Anderson Fonseca, autor de Sr. Bergier & outras histórias

No limite do real

Por CLAYTON DE SOUZA

O fantástico permeia os nove contos que compõem “Sr. Bergier & outras histórias”, de Anderson Fonseca

Alex Tomé, autor de Eu contra o sol

Por um sentido

Por CLAYTON DE SOUZA

A falta de rumo da vida moderna é o centro de “Eu contra o sol”, romance de estreia de Alex Tomé

Goethe_203

Anos de aprendizagem

Por CLAYTON DE SOUZA

“Conversações com Goethe” em seus últimos anos de vida é manancial inesgotável de sabedoria

Lautréamont, autor de Os cantos de Maldoror

Prometeu moderno

Por CLAYTON DE SOUZA

Na petulância e insanidade de “Os cantos de Maldoror”, Lautréamont antecipa as vanguardas modernas

Emily Dickinson, autora de Não sou ninguém.

O enigma Emily Dickinson

Por CLAYTON DE SOUZA

Em “Não sou ninguém”, a poeta desafia o leitor a entender o milagre da poesia em sua vida

Afonso Caramano, autor de Ao contrário, um caminho

Caminhos entre prosa e poesia

Por CLAYTON DE SOUZA

A prosa reflexiva e poética de “Ao contrário, um caminho” marca a estreia do contista Afonso Caramano

Emmanuel Mirdad, autor de O grito do mar na noite

O grito íntimo na vastidão

Por CLAYTON DE SOUZA

Nos contos de Emmanuel Mirdad, os dramas humanos se impõem à vasta e opressora realidade

Marcel Proust por Robson Vilalba

O olhar do gênio

Por CLAYTON DE SOUZA

Em “Salões de Paris”, Marcel Proust transforma mundanidade em material artístico

Caco Ishak, autor de Eu, cowboy

O nada dos dias

Por CLAYTON DE SOUZA

Em “Eu, cowboy”, Caco Ishak trata com sarcasmo o nonsense da vida

William-Adolphe_Bouguereau_(1825-1905)_-_Elegy_(1899)

Entre Vênus e Baco

Por CLAYTON DE SOUZA

Nas Elegias de Sexto Propércio, o leitor encontrará uma inusitada fonte de diversão

Francesco Petrarca

O templo absoluto de Eros

Por CLAYTON DE SOUZA

Com Cancioneiro, Francesco Petrarca lança as bases do lirismo universal