ANDRÉ ARGOLO

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Enquanto o tempo sou eu

Por ANDRÉ ARGOLO

Entrevista com o crítico James Wood, autor de “A coisa mais próxima da vida”

James Wood, autor de A coisa mais próxima da vida

O que pulsa em detalhes é o todo

Por ANDRÉ ARGOLO

A mescla de memória, atenção aos detalhes e erudição faz de ensaios de James Wood leitura imprescindível

M_A_Amaral_Rezende_Mulheres_Passagem_208

Contos, talvez, sobre mulheres

Por ANDRÉ ARGOLO

Novo livro de M. A. Amaral Rezende é um amontoado de textos que se repetem; e nada mais

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Literatura sem açúcar, por favor

Por ANDRÉ ARGOLO

O guatemalteco Miguel Angel Astúrias encara um ditador; o uruguaio Mario Benedetti, os percalços do cotidiano

Tostão, autor de Tempos vividos, sonhados e perdidos

Mais que um craque

Por ANDRÉ ARGOLO

Em “Tempos vividos, sonhados e perdidos”, Tostão alia conhecimento, reflexão e ótimo texto para tratar de futebol e do ser humano

Marilia Arnaud, autora de Liturgia do fim

Quem nunca voltou a Perdição?

Por ANDRÉ ARGOLO

“Liturgia do fim”, de Marilia Arnaud, é a história de uma grande mágoa

Domingos Oliveira, autor de Antônio: O primeiro dia da morte de um homem

Todas as vozes do mundo

Por ANDRÉ ARGOLO

Romance de estreia de Domingos Oliveira conquista o leitor pela estranheza e inventividade

Antônio Mariano, autor de O dia em que comemos Maria Dulce

Je suis Jailson

Por ANDRÉ ARGOLO

Contos demonstram, com simplicidade e acerto, a habilidade de Antônio Mariano na construção das frases

Júlia Dantas, autora de 
Ruína y leveza

Nossos terremotos

Por ANDRÉ ARGOLO

“Ruína y leveza”, de Julia Dantas, é um romance que parte de um sofrimento para chegar a um recomeço

Otávio Linhares, autor de O esculpidor de nuvens

Sem tambor nem trombeta

Por ANDRÉ ARGOLO

Otavio Linhares aposta na transgressão da linguagem: às vezes, ganha; às vezes, perde

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Salto de que andar mesmo?

Por ANDRÉ ARGOLO

Em Uma longa queda, Nick Hornby trata o suicídio de maneira aparentemente leve e descontraída

Tzvetan Todorov

Tentemos não fugir de nós mesmos

Por ANDRÉ ARGOLO

Tzvetan Todorov convida a enxergar a sociedade não como um desastre, mas como uma inescapável condição humana