ANDRÉ ARGOLO

M_A_Amaral_Rezende_Mulheres_Passagem_208

Contos, talvez, sobre mulheres

Por ANDRÉ ARGOLO

Novo livro de M. A. Amaral Rezende é um amontoado de textos que se repetem; e nada mais

Miguel_Ángel_Astúrias_206

Literatura sem açúcar, por favor

Por ANDRÉ ARGOLO

O guatemalteco Miguel Angel Astúrias encara um ditador; o uruguaio Mario Benedetti, os percalços do cotidiano

Tostão, autor de Tempos vividos, sonhados e perdidos

Mais que um craque

Por ANDRÉ ARGOLO

Em “Tempos vividos, sonhados e perdidos”, Tostão alia conhecimento, reflexão e ótimo texto para tratar de futebol e do ser humano

Marilia Arnaud, autora de Liturgia do fim

Quem nunca voltou a Perdição?

Por ANDRÉ ARGOLO

“Liturgia do fim”, de Marilia Arnaud, é a história de uma grande mágoa

Domingos Oliveira, autor de Antônio: O primeiro dia da morte de um homem

Todas as vozes do mundo

Por ANDRÉ ARGOLO

Romance de estreia de Domingos Oliveira conquista o leitor pela estranheza e inventividade

Antônio Mariano, autor de O dia em que comemos Maria Dulce

Je suis Jailson

Por ANDRÉ ARGOLO

Contos demonstram, com simplicidade e acerto, a habilidade de Antônio Mariano na construção das frases

Júlia Dantas, autora de 
Ruína y leveza

Nossos terremotos

Por ANDRÉ ARGOLO

“Ruína y leveza”, de Julia Dantas, é um romance que parte de um sofrimento para chegar a um recomeço

Otávio Linhares, autor de O esculpidor de nuvens

Sem tambor nem trombeta

Por ANDRÉ ARGOLO

Otavio Linhares aposta na transgressão da linguagem: às vezes, ganha; às vezes, perde

Nick_Hornby_2_185

Salto de que andar mesmo?

Por ANDRÉ ARGOLO

Em Uma longa queda, Nick Hornby trata o suicídio de maneira aparentemente leve e descontraída

Tzvetan Todorov

Tentemos não fugir de nós mesmos

Por ANDRÉ ARGOLO

Tzvetan Todorov convida a enxergar a sociedade não como um desastre, mas como uma inescapável condição humana

Alexandre Brandão, autor de Qual é, solidão?

Ela nunca nos abandona

Por ANDRÉ ARGOLO

Em Qual é, solidão?, Alexandre Brandão opta pelas palavras do dia a dia e aproxima a obra do leitor

Thiago_Mattos_casa_devastada_181

A construção de uma ruína

Por ANDRÉ ARGOLO

Os poemas de Casa devastada, de Thiago Mattos, funcionam também como uma narrativa