Alcir Pécora

Ilustração: Mariana Tavares

O labirinto do amanuense (2)

Por Alcir Pécora

O que sustenta “O amanuense Belmiro” é a impossibilidade de se compor um livro de memórias

Ilustração: Igor Oliver

O labirinto do amanuense (1)

Por Alcir Pécora

“O amanuense Belmiro” é todo ocupado pelas fantasias diárias em torno de Carmélia e Camila

Ilustração: Rafael Cairo

Padre Vieira, o índio e a Segunda Escolástica

Por Alcir Pécora

A inclusão do índio pela Igreja tinha como contrapartida o reconhecimento do chamado “direito missionário”

Ilustração: Carolina Vigna

A literatura negligenciada das cartas

Por Alcir Pécora

As cartas do padre Vieira têm interesse literário, histórico e político

Ilustração: Taise Dourado

Um grande escritor: Emilio Lussu

Por Alcir Pécora

“Um ano no Altiplano” é um livro formidável e impressiona com o seu mergulho vertical no desespero do front

Ilustração: FP Rodrigues

Três tons de cinza

Por Alcir Pécora

Os “Sermões”, do padre Antônio Vieira, servem como experiência objetiva da forma literária

Ilustração: Tereza Yamashita

Fábula e folia

Por Alcir Pécora

Peças infantis evidenciam o domínio de Plínio Marcos do palco e da plateia

Ilustração: Kleverson Mariano

Uma ideia de ensaio (2)

Por Alcir Pécora

O ensaio tem de saber parar antes de tornar-se um método geral de análise

Auguste Dupin

Uma ideia de ensaio

Por Alcir Pécora

O gênero de escrita próprio da atividade intelectual nas áreas de Letras é o ensaio

O grito

Literatura & conhecimento

Por Alcir Pécora

Escaldadas com o tratamento duro, as artes aprenderam a defender-se inventando a posse de um “conhecimento” capaz de justificar as suas atividades vagamente suspeitas

Ilustração: Conde Baltazar

A crise e as crises da universidade pública

Por Alcir Pécora

As transformações nas universidades são demasiado radicais para ser ignoradas

Ilustração: Aline Daka.

O heroísmo impossível da marginalidade

Por Alcir Pécora

A peça começa ex abrupto com a entrada de Bereco, um fugitivo da polícia, no barraco onde dormem Rato, um bêbado tuberculoso, e Dilma, prostituta decadente